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sexta-feira, 19 de junho de 2009

Comentários especiais

Obrigada!

6 comentários:

  1. Também nascida em 1951, creio que posso até usar sua descrição para mim, exceto ao destruir o "eterno". Eu não ó destruí, mas o levaram de mim. Adorei a idéia da "deusa"... Beijo!

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  2. Eu achei sensacional
    Quase mesmo genial
    Saber o que é limerique
    Não tem nada a ver com tique
    É um poema bem legal.

    O haikai é rápido
    E marcante, eu já sabia
    antes não curtia

    Fibhaiku é complicado
    E parece tão difícil...
    Microconto é muito bom
    Delicioso o cordel.
    Tankas, tisanas, poetrix
    Vou voltar pra ler depois

    Gosto mesmo é da trova
    Ingênua, quase infantil
    Me parece a genuína
    Poesia do Brasil

    Se eu soubesse poetar
    Uma trova ia fazer
    Pra poder elogiar
    O que acabei de ler

    Adorei seu blog
    Fiquei com inveja boa
    Te mando um abraço.

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  3. Oi Silvia, obrigada pelo comentário em meu blog. Adorei!
    Gostaria da sua permissão para poder trabalhar seus belos poemas com meus alunos, tenho o mesmo objetivo, leitura, interpretação e produção de textos, e também, de eles poderem conhecer outros poetas além dos que eles já conhecem. E você é fantástica, tenho certeza de que eles vão adorar seu estilo.

    Um grande beijo

    Professora Márcia

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  4. Sílvia,
    Também adorei teu espaço, vou voltar muitas vezes! Quando se tecem com o fio da alma, as palavras são mágicas, envolvem, encantam!
    Abraços poéticos.

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  5. Como sempre genial...Deusa!? Será ainda...e com o direto ao melhor perfume...a essencia do amor eterno.

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  6. Sílvia.

    Gostei muito de ler "Linha do Tempo".

    Vou regressar para continuar a ler este cantinho tão acolhedor.

    Feliz fim de semana (restinho).

    ZezinhoMota

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Mas, afinal, o que é a vida humana?

Mas, afinal, o que é a vida humana?
"Como explicar a vida humana, nesse equilíbrio universal intenso, animal e vegetal, que se processa a cada momento, veemente, num movimento dúbio que a um só tempo é uno e, por incrível, tão independente? Como elucidar o irresistível e enigmático segredo que extravasa de uma única célula feminina na conquista de milhões de espermatozóides, ou ainda depreender o resfolegar estranho que permanece adormecido por milênios e desperta ao toque do cientista em busca de aventura? Sem querer nem poder atingir a impérvia essência da criação, ou desvendar as verdades biológica, sociológica e psicológica do indivíduo, entende-se a vida humana como o agrupado de todos esses mistérios revelados através da energia mantida pela ação dos elementos naturais e alterados, iminentemente, pela intercessão da cultura. A vida humana se ampara na cumplicidade entre indivíduo e natureza, que os torna inseparáveis e necessários um ao outro. Vertente dos outros bens jurídicos é, pela sua essência - independente de qualquer avanço biotecnológico - única e irreplicável. Por isso, exige o respeito absoluto de não ser tratada como simples meio, mas como fim" [Sílvia Mota. Da bioética ao biodireito: a tutela da vida no âmbito do direito civil. Trecho da Dissertação de Mestrado, 1999].

Felicidade absoluta... é coisa que não tem...

Felicidade absoluta... é coisa que não tem...
"Da necessidade inerente ao espírito humano de encontrar um desígnio para sua existência, nasce a ilusão da felicidade absoluta; aquela ilusão que, de tanto perseguida massacra, sem indulgência, a viril realidade, criando neste 'locus vitae humanae' um mundo de sonhos arriscados, mas irresistíveis, ao que a ninguém é suscetível ignorar" [Sílvia Mota, 7 de maio de 2008].

Belas artes belas

Belas artes belas
"Existe diferença entre as artes úteis e as belas artes. As primeiras visam determinado fim, sem excluir, entretanto, a beleza; as segundas, generosas, almejam simplesmente a criação do belo. Ao falar da minha produção artística, seja através da pena ou do pincel, refiro-me sempre às belas artes belas" [Sílvia Mota, 2002].

Amor... sempre amor!..

Amor... sempre amor!..
"Malho a mente todos os dias, por ininterruptas horas, enviando comandos exaustivos para o coração, ordenando-lhe que jamais desista de amar" [Sílvia Mota].

Criatura e criadora

Criatura e criadora
Quando ouvi meu silêncio deixei-me seduzir, pari minha felicidade e encontrei a paz (Sílvia Mota, 19 de novembro de 2008 - 13h15)

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