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domingo, 3 de janeiro de 2010

Ano Novo? Fênix, de novo!

Hoje.
Ano Novo.
Primeiro dia.
Ontem.
Ano Velho.
Passado.
Amanhã.
Ano Novo, de novo!
Futuro.
Fé.

Transitam pela mente,
narrativas performáticas
que triunfam ao gosto
de fragmentos coerentes:
resíduos dos fatos
instalados na memória.
Recolho tudo e reciclo.
Reinvento o passado,
nas folhas do presente.
Eu.

Desvendo-te, código.
Traço-te noutro contexto
e redefino o presente,
a partir dos meus anseios.
Paradigmas quebrados.
Ano Novo?
Fênix, de novo!
O futuro? Liberta!
Causa e Efeito.
Lei.

Sílvia Mota a Poeta e Escritora do Amor e da Paz.
Cabo Frio, 1º de janeiro de 2010.

3 comentários:

  1. Olá Silvia,
    Lindo Blog.
    Realmente espero que o ano seja bom para todos que o merecem que seja.

    Abraço.

    ALAM AREZI

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  2. Após descobrir que todo dia pode ser um Ano Novo, até parece que estouro champanhe todos os dias...rs. Descobri também que é tão bom nascer de novo... Faço isso diariamente. Beijo grande!

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  3. Cara Sílvia,
    Conhecemos no NOTIVAGA. Você comentou alguns poemas meus.
    Segui o endereço do seu blog e vim conferir. Gostei muito, principalmente do que você diz sobre seus olhos verdes. Foi Sensacional.
    "Não confunda mulher bonita e livre com mulher disponível; mulher sensual com mulher leviana e, muito menos, que meus olhos verdes querem dizer sinal aberto [Rio de Janeiro, primavera 2002]".
    Acompanharei o seu blog a partir de agora.
    Muita alegria para você.

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Mas, afinal, o que é a vida humana?

Mas, afinal, o que é a vida humana?
"Como explicar a vida humana, nesse equilíbrio universal intenso, animal e vegetal, que se processa a cada momento, veemente, num movimento dúbio que a um só tempo é uno e, por incrível, tão independente? Como elucidar o irresistível e enigmático segredo que extravasa de uma única célula feminina na conquista de milhões de espermatozóides, ou ainda depreender o resfolegar estranho que permanece adormecido por milênios e desperta ao toque do cientista em busca de aventura? Sem querer nem poder atingir a impérvia essência da criação, ou desvendar as verdades biológica, sociológica e psicológica do indivíduo, entende-se a vida humana como o agrupado de todos esses mistérios revelados através da energia mantida pela ação dos elementos naturais e alterados, iminentemente, pela intercessão da cultura. A vida humana se ampara na cumplicidade entre indivíduo e natureza, que os torna inseparáveis e necessários um ao outro. Vertente dos outros bens jurídicos é, pela sua essência - independente de qualquer avanço biotecnológico - única e irreplicável. Por isso, exige o respeito absoluto de não ser tratada como simples meio, mas como fim" [Sílvia Mota. Da bioética ao biodireito: a tutela da vida no âmbito do direito civil. Trecho da Dissertação de Mestrado, 1999].

Felicidade absoluta... é coisa que não tem...

Felicidade absoluta... é coisa que não tem...
"Da necessidade inerente ao espírito humano de encontrar um desígnio para sua existência, nasce a ilusão da felicidade absoluta; aquela ilusão que, de tanto perseguida massacra, sem indulgência, a viril realidade, criando neste 'locus vitae humanae' um mundo de sonhos arriscados, mas irresistíveis, ao que a ninguém é suscetível ignorar" [Sílvia Mota, 7 de maio de 2008].

Belas artes belas

Belas artes belas
"Existe diferença entre as artes úteis e as belas artes. As primeiras visam determinado fim, sem excluir, entretanto, a beleza; as segundas, generosas, almejam simplesmente a criação do belo. Ao falar da minha produção artística, seja através da pena ou do pincel, refiro-me sempre às belas artes belas" [Sílvia Mota, 2002].

Amor... sempre amor!..

Amor... sempre amor!..
"Malho a mente todos os dias, por ininterruptas horas, enviando comandos exaustivos para o coração, ordenando-lhe que jamais desista de amar" [Sílvia Mota].

Criatura e criadora

Criatura e criadora
Quando ouvi meu silêncio deixei-me seduzir, pari minha felicidade e encontrei a paz (Sílvia Mota, 19 de novembro de 2008 - 13h15)

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